Eu não sei nada. Só contemplo as miudezas espalhadas pela vida.
Um pó de estrela que risca o céu, um bigode de gato desenhando preguiças, uma réstia de luz passando pela cortina pesada, uma dor pesando nos olhos, as linhas das mãos mudando, a pele ficando mais seca, um relógio antigo soando no fundo do dia... Sei lá. Essas coisinhas que ninguém vê, sabe?
E eu, tonta, vejo demais. Mas saber, saber mesmo, não sei.
Um pó de estrela que risca o céu, um bigode de gato desenhando preguiças, uma réstia de luz passando pela cortina pesada, uma dor pesando nos olhos, as linhas das mãos mudando, a pele ficando mais seca, um relógio antigo soando no fundo do dia... Sei lá. Essas coisinhas que ninguém vê, sabe?
E eu, tonta, vejo demais. Mas saber, saber mesmo, não sei.





significa
apenas
que vês o tempo, que o vives.
Por isso teu tempo deve passar até mais devagar.
:)
'dorei os toques visuais de dias tão maravilhosamente (in)comuns.
Beijo!
Ana Marques
http://confrariadostrouxas.blogspot.com/
http://escritoserabiscos.blogspot.com/
http://falopios.blogspot.com/
Estou a explorar seus espaços e cada vez me vejo mais embevecida com tanta poesia.
Beijos!